quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Um quase conto de fadas


Aii, já foram tantos começos para este post... eu não sei sobre o que escrever, mas eu quero escrever, então eu não posso perder esta oportunidade..
Pensando bem, eu sei sim o que quero dizer, é algo do tipo: - Hey, será que você consegue me ouvir? Você ainda sabe que eu existo honey?
Esta parte do honey, é engraçada, porque eu não paro de pensar em uma música dos beatles "A taste of honey", que eu acho muito bacana, e o honey cabia legal ali.
"Um príncipe chamado Ricardo, buscava sua princesa Anna na escada de sua casa, e antes que seu pai os vissem, já haviam desaparecido... Subiam a grande ladeira de mãos dadas, com um contagiante sorriso nos lábios, até chegarem ao topo, onde se deitavam sobre a relva em noites de lua cheia, a admirar a lua, quem acobertava tamanho amor.
Contavam as estrelas, e os beijos mais singelos e ternos consagravam o amor tão lindo dos dois.
Anna, voltava para casa, dizendo que o encontro entre amigas havia sido divertido, e mal sabia o pai, que ao entrar no quarto, passava a noite a admirar a foto roubada do rosto de seu príncipe.
Além de tudo, falsificava os bilhetes de ida ao médico, só para sair da escola, na certeza de encontrar-se com Ricardo.
Os encontros a meia luz, naquelas tardes, eram mais emocionantes. Ele a levava para casa, onde morava com mais 2 amigos, e em seu quarto tocava as mais lindas canções, inspiradas nela.
Certo dia, com um bilhete de saída obrigatória ao hospital, para visitar sua tia, Anna foi encontrar-se com ele, para oficializarem os beijos e carícias, com um símbolo tatuado em seus corpos em exatos, mesmos lugares.. ombro direito, por motivos de afinidade com o espaço. Assim poderiam admirar secretamente o enlace simbólico. Em Anna, foi um trevo de três folhas que se completava a 4 folha tatuada no ombro de Ricardo, para que 'juntos' tivessem sorte eternamente...
Os encontros foram ficando raros, os bilhetes não eram mais produzidos. Anna tatuou a quarta folha que faltava em seu trevo, e nunca mais vira Ricardo."

terça-feira, 6 de setembro de 2011

e quando eu for embora ...


Meus pés já doíam dessa corrida cansativa, mas até que emfim chegou o final.
Hoje percebo que o que queria não era alguém perfeito, nem ao menos alguém diferente, mas sim alguém que me entendesse, que me fizesse sorrir apenas de pensar, e os caminhos da vida sempre mudam as direções e quem somos nós meros mortais pra compreender o por quê dos sentimentos sem retorno se isso ninguém nunca vai entender. Só sei que quando ficar mais velha, mas digo bem velhinha mesmo, poder lembrar e saber que posso dizer o quanto fui verdadeira e feliz, saber que pude contar com alguém e que esse alguém se importava comigo, saber até mesmo que posso ter sido um pouco egoísta, mas quem não querer coisas boas pra si mesmo não merece nenhuma demonstração de humildade e carinho.
Um dia me disseram que se o amor não é correspondido é porque não é amor e se você sofreu ou sofre é porque deve ser assim, mas isso é apenas uma escolha que o seu inconsciente decide, você só deve reagir as consequências.

E minha frequente pergunta se calou, se eu não sabia por que o sofrimento, agora eu sei, e vendo daqui posso até rir.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Here comes the sun, tchurururu ♫


Você pode dizer que não precisa de ninguém pra viver, mas estamos constantemente a procura de um amor, é da nossa natureza querermos viver em união. Já dizia Ringo Starr, todo mundo precisa de alguém, um pouco de amor quando o dia está feio ♪
Em cada letra, cada melodia, os Beatles só queriam dizer: ame mais, sorria mais =D. Mas isso virou motivo de vergonha, ninguém consegue demonstrar o amor que sente por alguém, se desola em seu mundo e quer que os outros adivinhem o que esta acontecendo e ainda por cima se orgulha em dizer, eu estou bem assim, mas quando chega em casa a única coisa que sabe fazer é chorar, você pode rir dos outros, mas você é um MERDA, um tolo. Que atire a primeira pedra que nunca chorou por alguém, quem nunca sentiu ciúmes, tenha vergonha de qualquer coisa, menos do amor. O amor é a única coisa que faz você se pegar sorrindo do nada, querer viver, se preocupar se o outro vai gostar, ou se aquele alguém está pensando em você, sentir saudade, se preocupar com alguém, o amor é a coisa mais perfeita que existe, é o único sentimento que pode incluir todos os outros. Admita, sem amor você não é nada. Ame seu gato, seu cachorro, ame se papagaio, isso não importa, apenas ame (:

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Eu grito para o nada


A impaciente procura da felicidade, a procura por você que cerca meus pensamentos me embriagando e me iludindo todos os dias. Constantemente se recordando do mesmo sorriso, aquele sorriso que me fascina e faz eu sorrir novamente e no mesmo instante percebo que nada pode ser o que era, a vida está tão difícil de apenas seguir vivendo, te ver apenas passar com a água bater no seu rosto me torna tão imóvel quanto as flores do meu jardim que a cada dia morrem mais depressa porque como eu elas já não veem o sol brilhar a algum tempo, estão a espera de que alguém as regue.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Um nó de cada vez


Nossa, acabei de olhar um filme incrível com o nome de "A lot like love", é com o Ashton Kutcher por isso ficou ótimo, afinal ele é lindo. Bom parece tarde para se escrever alguma coisa que preste, mas acredite as melhores coisas acontecem na madrugada.
É incrível como estes filmes românticos me atraem, acho que há alguma coisa nestes filme, sei lá, talvez alguma droga visual, não sei também.. Mas por exemplo Par Perfeito, eu achei ótimo, tem armas, perseguição, coisas legais, um par perfeito e um bebê.. É muito bacana sim! Ah, tem Cartas para Julieta - AMEI! Sem falar no Coincidências do Amor.
O engraçado é que é patético todo esse lance de amores, onde tudo no final acaba bem. Será mesmo? Não sei, ainda não cheguei ao final pra saber. E além do mais, será que esse negócio de não corra atrás das borboletas e blá blá blá, é correto? Sei não, vendo estes filmes, me parece que o destino não colabora muito, com pessoas sem atitude, pois é e nem deveria também...
E se o amor realmente existe.. Bom acho difícil; e se existe ao menos sabemos pois se tudo tem que começar péssimo e acabar bem, já estamos cansados quando possivelmente o maldito amor aparece.
Existem tantos nós nos amores que não conseguimos solucioná-los, acho que o amor é isso mesmo, um nó, uma coisa chata, que você passa algum tempo tentando desvendar e quando você menos espera ele se solta.
Desculpe, mas em relação aos nós, comigo é sempre assim.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Alguns parênteses e colchetes


[...]

Eles estavam todos juntos, sabíamos disto. Mas haviam dois, que caminhavam perto demais, porém pareciam distantes e mais juntos ainda. Outros dois, deram as mãos e desapareceram, enquanto um deles correu bem na frente do bando, procurando abrigo para passarem a noite.
Encontraram enfim, um lugar para poderem acasalar e se aquecerem. Ficaram dispersos no prazer durante muito tempo, todos próximos, agrupados. Os mesmos dois que andavam de mãos dadas, se levantaram e mencionaram para o grupo, que haviam outros animais por perto, animais perigos e sábios. Todos se entre olharam para obter uma saída para o problema que surgiria.
Não conseguiram uma resposta e foram atacados, surpreendidos pelos arpões e pedras. Ficaram todos abaixados esperando que os invasores se retirassem, porém, antes que Mirena abrisse os olhos, foi atacada novamente e teve de correr para bem longe do restante. Outros dois fugiram também, encontrando uma clareira no meio da mata e ali adormeceram.
Os outros, lutaram com os animais e conseguiram afastá-los.
Mirena, longe de todos, ficou acocorada sob um cipó e um cedro, e ali adormeceu. Acordou com o canto dos pássaros, e despertando começou a ouvir vozes, foi correndo aonde pareceria ouvi-las. A cada passo parecia se afastar dos sons. Mas acabou encontrando um riacho onde banhou-se e pode matar a sede. Enquanto mergulhava, dois de seus românticos apareceram. Quando se viram, se abraçaram aliviados pela companhia um do outro. Ficaram mergulhados na água e o tempo passou muito depressa, pois tudo começou a escurecer, porém não era o aparecimento da lua, o céu havia se fechado para uma grande tempestade; ficaram aflitos pensando que não tinham abrigo. Correram na chuva, com suas roupas já molhadas.
A pequenina Ulma, caminhava rapidamente por entre as pedras e em nenhum momento caiu, porém Otávio, ia escorregando e caia nas possas de água que as árvores deixavam acumular. Riram muito, e enfim encontraram uma gruta, e foram entrando. Perceberam rastros de habitação no local, porém as coisas eram completamente diferentes do que estavam acostumados. Bem no fundo da gruta, seres estranhos, estavam sentados no chão, abraçados aos seus joelhos, como se assistissem a chuva cair. Riam e conversavam, em uma linguagem que nenhum deles entendia. Sentaram-se próximo deles.
No começo, fingiram como se nada tivesse mudado, assistiam o pingos de água caindo, sem cessar. Depois que a chuva passou, tentaram se comunicar, porém perceberam que não seria tão fácil assim.
Um dos ruivos, trouxe uma pedra e começou a desenhar....